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05/11/2004 03:05
agora é oficial:em 20 dias esse blog termina!
abraços
enviada por frater choronzon
30/09/2004 23:52
por problemas de tempo,novamente estamos parados.espero voltar em breve
enviada por frater choronzon
26/08/2004 02:34
"Saudações em todos os pontos do triângulo"
Para quem não me conhece, sou o Frater Asmodeu. Aproveitando a oportunidade agradeço ao Frater Choronzon pelo convite de me juntar a ele nesta cruzada! Ajudando como bem puder e conforme minha vontade.
"Faze o que queres há de ser tudo da LEI"
Pequena Introdução à Árvore da Vida e sua relações na A.·.A.·.
A Árvore da Vida está dividida em 4 mundos, 10 sephiroth e sua 22 ligações ou caminhos.
Cada sephirah corresponde a um grau da Fraternidade (o Probacionista está perdido em Qliphoth).
Os 4 mundos na Árvore são:
- Assiah - Mundo da Ação referente a sephirah de Malkuth.
Basicamente o mundo material e a relação que o indivíduo possui com ele,
basicamente o nosso corpo e sua condição (Nephesh).
- Yetzirah - Mundo da Formação referente as sephiroth de Yezod a Netzach.
Corresponde ao mundo astral e aos seus habitantes anjos, demônios, espíritos e a alma humana (Ruach).
- Briah - Mundo Criativo referente as sephiroth de Tiphareth a Chesed.
- Atziluth - Mundo Arquétipo referente as sephiroh de Binah a Kether. Também Conhecido como a "Cidade das Pirâmides sobre a Noite de Pan".
Podemos citar também Qliphoth ( do singular Qliphah, "mulher indecente") - Mundo Maligno referente ao Abismo de Daäth a Àrvore da Vida inversa, o aspecto negativo das sephiroth, apesar de não situar-se na Árvore, mantém uma relação estreita com a mesma.
Constituição Humana
"Segundo a Cabala, a constituição do Homem é quíntupla:
Jechidah - este é o princípio quintessêncial da Alma; aquilo que torna o homem idêntico a toda outra fagulha de Divindade e, ao mesmo, tempo diverso ( no que concerne ao ponto de vista, e ao Universo do qual esse é o centro) de todas as outras. È um ponto, possuindo apenas posição; e essa posição só é definível através de referência a eixos coordenados, a princípios secundários, que só lhe pertencem por acidente, e devem ser postulados a medida que nossa concepção cresce.
Chiah - este é o Impulso Criador, ou vontade, de Jechidah: a energia que exige a formulação do eixo de coordenadas já dito, a fim de que Jechidah possa obter auto -realização ( uma compreensão articulada daquilo que é implícito em sua natureza) de suas possíveis qualidades.
Neschamah - esta é a faculdade de compreender a Palavra Chiah. É a inteligência ou intuição daquilo que Jechidah deseja descobrir a respeito de si mesmo.
Estes três princípios constituem uma Trindade; eles são um, porque eles representam o ser de, e o aparato que tornará possível a manifestação de, um Deus em forma humana. Mas eles são apenas, por assim dizer, a estrutura matemática da natureza do homem. Poderíamos compara-los com a leis da física, como estas são antes de serem descobertas. Não existem, por enquanto, quaisquer dados através de cujo exame eles possam ser percebidos.
Um homem consciente, portanto, não pode saber coisa alguma desses três princípios, sem bem que eles constituem a essência dele. É a obra da iniciação viajar interiormente em direção a eles. Veja-se, no juramento de um Probacionista da A.·.A.·.:
" obter um conhecimento científico da natureza e poderes do meu próprio ser".
Este princípio triuno, sendo completamente espiritual, tudo que pode ser dito sobre ele é na realidade, negativo. E ele é completo em si. Além dele estende-se aquilo que é chamado O Abismo. Esta doutrina é extremamente difícil de explicar, mas corresponde mais ou menos ao hiato em pensamento entre o real, que é ideal, e o irreal, que é atual. No abismo, todas as coisas existem, realmente pelo menos em potencial, mas não desprovidas de qualquer significado possível, pois falta-lhes o substrato de realidade espiritual. Elas são aparências da Lei. São, assim, Miragens Insanas.
Agora o abismo sendo assim o grande armazém de Fenômenos, ele é a forte de todas as impressões. E o Princípio Triuno tencionou uma máquina para investigar o Universo; e esta máquina é o quarto princípio do Homem.
Ruach - pode ser traduzido Mente, Espírito ou Intelecto; nenhuma das três traduções é satisfatória, a conotação variando com cada escritor. Ruach é um grupo estreitamente entretecido de Cinco Princípios Morais e Intelectuais, concentrados em volta de seu cór, Típhereth, o Princípio da Harmonia, a Consciência Humana e Vontade, de que as outras quatro Sephiroth são ( por assim dizer) as antenas. E estes cinco princípios culminam em um sexto, Daath, conhecimento. Mas este não é realmente um princípio, contém em si memso o germe de auto - contradição, e assim de auto - destruição. É um falso princípio; pois, tão cedo, o Conhecimento é analisado, ele se decompõe no pó irracional do Abismo.
A aspiração do homem ao Conhecimento é, assim, simplesmente, um caminho falso; é tecer cordas de areia.
Nós não podemos entrar aqui na doutrina da " Queda de Adão", inventada paar explicar a parábola de como o Universo está assim, tão infelizmente constituído. Nós nos ocupamos aqui apenas com fatos observados, e não com teorias.
Todas essas faculdades mentais e morais de Ruach, se bem que não são puramente espirituais com o Tríade Superna, estão ainda como se fosse, " no ar". Para serem úteis, elas necessitam uma base através da qual possam receber impressões, muito como uma máquina necessita de combustível e matéria prima antes de poder manufaturar o artigo que foi concebida para produzir.
Nephesch - é usualmente traduzido como "Alma Animal". É o veículo de Ruach: o instrumento através do qual a Mente é posta em contato com o pó de Matéria do Abismo, para que possa senti-lo, julga-lo, e reagir a ele. Nephesch é, si mesmo, um princípio ainda espiritual, em um senso da palavra: o corpo físico do homem é composto de pó de Matéria, temporariamente coerido pelos princípio o infundem para seus respectivos propósitos e ultimamente para o supremo propósito de auto - realização de Jechidah.
Mas Nephesch, desavisado como é, sem outro objetivo que o tráfico direto com a matéria, tende a partilhar da inocência desta. Suas faculdades de perceber dor e prazer o atraem à arapuca de prestar demasiada atenção a um grupo de fenômeno, e evitar outros. Daí que Nephesch execute sua função como é próprio, é necessário que ele seja dominado pelas mais severa disciplina. Nem merece mesmo Ruach confiança neste ponto. Ele tem suas próprias tendências a fraqueza e injustiça. Ele tenta todo truque - e é diabolicamente astuto - para organizar seu contato com a matéria no senso mais conveniente á sua própria inércia, sem dar a mínima consideração ao seu dever para com a Tríade Superna, cortado como está de compreensão dela; de fato, nem suspeitando normalmente, a existência dela."
Aleister Crowley
Pequenos Ensaios em Direção á Verdade
enviada por frater choronzon
25/08/2004 23:14
saudações em todos os pontos do triângulo.'.
como de prometid,voltei.
talvez terei ajuda de um bom amigo por aqui.cabe aele aceitar.
sem mais delongas...
que a luz esteja comigo em forma de liberdade.
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O CÍRCULO MÁGICO
Precisamos do círculo mágico para garantir nossa proteção durante nossos rituais, pois, quando ele é aberto corretamente, nada pode nos atacar, além de que, depois de aberto, nada sai e nada entra.
Seu formato, círculo, nos mostra que nele não há começo nem fim. Ele deve ser visto, no momento de sua abertura, como uma espécie de bolha que penetra no solo e acima de sua cabeça.
A energia gerada ficará contida dentro dele e você poderá facilmente constatar a presença desta energia por causa da temperatura dentro dele.
Dentro do círculo, que é um lugar sagrado, deve ser feito as celebrações, os rituais e o trabalho mágico.
Não há uma fórmula fixada para a abertura dele. Vária de pessoa para pessoa ou de coven para coven. Abaixo, segue um MODELO para a abertura e fechamento do círculo.
ABRINDO O CÍRCULO MÁGICO
Para abrir o círculo, você precisará do seu athame. Se não dispuser de um, use os próprios dedos da mão projetiva.
Andando em círculo vagarosamente em sentido horário (que deverá ir sendo acelerado aos poucos), visualize a energia saindo do seu athame ou dedos e marcando os limites do círculo...enquanto isso diga:
COM ESSE ATHAME, ABRO O CÍRCULO. QUE TODAS AS COISAS PREJUDICIAIS À REALIZAÇÃO DESTA CERIMÔNIA FIQUE DE FORA. QUE ESTE CÍRCULO PROTEJA A MIM (se tiver outras pessoas...QUE ESTE CÍRCULO PROTEJA A TODOS NÓS).
A partir deste instante, começa o ritual. Agradeça a Deusa e ao Deus por estarem presentes e fale:
LESTE: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO LESTE. VENHAM SE JUNTAR A MIM NESTE CÍRCULO. PODERES DO AR, VINDE AQUI! VIGIEM ESTE ESPAÇO. EU OS SALDO.
SUL: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO SUL. VENHAM SE JUNTAR A MIM NESTE CÍRCULO. PODERES DO FOGO, VINDE AGORA! EU OS SALDO.
NORTE: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO NORTE. VENHAM SE JUNTAR A MIM NESTE CÍRCULO. PODERES DA TERRA, VIGIEM ESTE ESPAÇO! EU OS SALDO.
OESTE: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO OESTE. VENHAM SE JUNTAR A MIM NESTE CÍRCULO. PODERES DA ÁGUA, PROTEJAM ESTE ESPAÇO! EU OS SALDO.
Feito isso, desenhe no ar o pentagrama de invocação e inicie o ritual.
DESFAZENDO O CÍRCULO
Agradeça a Deusa e ao Deus por terem estado presente e, também aos elementos.
LESTE: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO LESTE. PODERES DO AR, AGRADEÇO SUA PRESENÇA AQUI, COMO GUARDIÕES DE MEU CÍRCULO. VÃO EM PAZ, SENHORES, COM MINHAS BÊNÇÃOS E AGRADECIMENTO. OBRIGADA E ADEUS!
SUL: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO SUL. PODERES DO FOGO, AGRADEÇO SUA PRESENÇA AQUI, COMO GUARDIÕES DE MEU CÍRCULO. VÃO EM PAZ, SENHORES, COM MINHAS BÊNÇÃOS E AGRADECIMENTO. OBRIGADA E ADEUS!
NORTE: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO NORTE. PODERES DA TERRA, AGRADEÇO SUA PRESENÇA AQUI, COMO GUARDIÕES DE MEU CÍRCULO. VÃO EM PAZ, SENHORES, COM MINHAS BÊNÇÃOS E AGRADECIMENTO. OBRIGADA E ADEUS!
OESTE: SALVEM OS GUARDIÕES DAS TORRES DO OESTE. PODERES DA ÁGUA, AGRADEÇO SUA PRESENÇA AQUI, COMO GUARDIÕES DE MEU CÍRCULO. VÃO EM PAZ, SENHORES, COM MINHAS BÊNÇÃOS E AGRADECIMENTO. OBRIGADA E ADEUS!
Feito isso, desenhe o pentagrama de expulsão e mais uma vez agradeça e desfaça o círculo andando em círculo no sentido anti-horário visualizando a energia voltando para seu athame ou dedos (mão receptiva). Basicamente é isto. Volto a lembrar que este método deve ser usado apenas como modelo, como base para criar ou incrementar sua própria abertura e encerramento.
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93,93/93
enviada por frater choronzon
19/08/2004 01:07
me desculpem.nada acabou aqui,somente deu um bom tempo pra descançar a cabeça desse aqui vos escreve.prometo voltar com força total em outro servidor se tudo correr bem,pq esselance de ig me deu asco completo de blogs.eram os melhores blogs q existiam e eles conseguiram acabar com tudo.
abraços!!!
93,93/93
enviada por frater choronzon
08/08/2004 23:37
somente:ACABOU!!!!!!!!!!!!!!
Mago do Pinball
Desde que eu era um garoto jovem
Eu jogo a bola prateada
De Soho até Brighton
Eu devo ter jogado com todos eles
Mas nunca vi nada como ele
Em nenhuma sala de diversão...
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!
Ele fica em pé como uma estátua
Se torna parte da máquina
Sentindo todos os pára-choques
Sempre jogando limpo
Ele joga através da intuição
Os dígitos do contador caem
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!
Ele é um mago do pinball
Tem que haver alguma tramóia
Um mago de pinball
Que tem um pulso flexível.
Como você acha que ele faz isto?
Eu não sei!
O que o faz ser tão bom?
Ele não tem nenhuma distração
Não consegue ouvir os apitos e sinos
Não vê as luzes piscando
Brinca pelo sentido do olfato
Sempre tem uma repetição
E nunca inclina em tilt
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!
Achava que eu era
O rei da mesa Bally
Mas acabo de entregar
Minha coroa de pinball á ele
Até mesmo na minha mesa habitual
Ele pode bater o meu melhor
Seus discípulos o conduzem a mesa
E ele apenas faz o resto
Ele tem dedos alucinados de fliperama
Nunca o vi ser derrotado...
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!!!!!!
enviada por frater choronzon
12/07/2004 00:26
somente:ACABOU!!!!!!!!!!!!!!
Mago do Pinball
Desde que eu era um garoto jovem
Eu jogo a bola prateada
De Soho até Brighton
Eu devo ter jogado com todos eles
Mas nunca vi nada como ele
Em nenhuma sala de diversão...
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!
Ele fica em pé como uma estátua
Se torna parte da máquina
Sentindo todos os pára-choques
Sempre jogando limpo
Ele joga através da intuição
Os dígitos do contador caem
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!
Ele é um mago do pinball
Tem que haver alguma tramóia
Um mago de pinball
Que tem um pulso flexível.
Como você acha que ele faz isto?
Eu não sei!
O que o faz ser tão bom?
Ele não tem nenhuma distração
Não consegue ouvir os apitos e sinos
Não vê as luzes piscando
Brinca pelo sentido do olfato
Sempre tem uma repetição
E nunca inclina em tilt
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!
Achava que eu era
O rei da mesa Bally
Mas acabo de entregar
Minha coroa de pinball á ele
Até mesmo na minha mesa habitual
Ele pode bater o meu melhor
Seus discípulos o conduzem a mesa
E ele apenas faz o resto
Ele tem dedos alucinados de fliperama
Nunca o vi ser derrotado...
Aquele garoto mudo, surdo e cego
Certamente joga um difícil pinball!!!!!!
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93,93/93
enviada por frater choronzon
01/07/2004 16:38
este blog será tranferido!93,93/93
enviada por frater choronzon
22/06/2004 23:12
saudações em todos os pontos do triângulo!!!
prana e tantra
Compilação e tradução - Pássaro da Noite
1 - Introdução
Prana tem sido traduzido como "respiração". Na atualidade, a palavra sânscrito 'Prana' significa 'força vital' ou 'energia vital'. De fato, Pranayama clássico com o ciclo de inalação/retenção/expiração ensina que durante a fase de retenção, o praticante deve conscientemente reter o prana, e então soltar o oxigênio descarregadode prana durante a exalação, armazenando o pranano chakra do plexo solar.
Pranayama é a 'ciência do prana', sendo base da Hatha Yoga e deve ser estudado por qualquer um no caminho espiritual, ocidental ou oriental, mas pelo fato de termos inúmeros livros e vasta informação sobre esta arte, iremos nos reter no aspecto prático de alguns exercícios básicos.
Reflitam sobre alguns ditos hindus:
Sobre a Imobilidade do Corpo:
"O corpo deve ser treinado para se manter em estado inerte, por um tempo prolongado sem desconforto ou dor."
- Nadabindu Upanishad 3.3.1
"No samadhi todos os sentidos param de funcionar, e o corpo permanece sem movimentos, como um pedaço de madeira. "
- Nadabindu Upanishad 3.3.1
"A asana, quando dominada, pode destruir todos as doenças e até assimilar venenos. Se não for possível dominar todas, domine somente uma e sinta-se à vontade com ela."
- Shadilyopanishad 1.3.12-13
Sobre o Controle da Respiração:
"Respiração é Vida. Aquele que controla a respiração controla a vida."
"Quando o Pranayama é alcançado e conquistado, o praticante ganha ascendência sobre a morte".
"Prana, o sopro vital, é nascido no Ser. Como uma pessoa e sua sombra, o Ser e o Prana são inseparáveis. Prana entra no corpo no nascimento, mas não morre com o corpo"
- Prana Upanishad.
"O sábio fala não pelos sensos da fala, visão, audição e tato, mas por um grupo de Pranas, pois todos estes sensos são manifestações do Prana.'
- Charakha Samhita
"Primeiro assuma uma postura Yoga (asana); mantenha o corpo ereto, fixe os olhos e deixe as mandíbulas relaxadas de modo que os dentes superiores não toquem os inferiores. Abaixe a língua. Use o segurador de queixo (jallunderbandha) e a sua mão direita para respirar através da narina que escolher; mantenha o corpo imóvel e a mente à vontade. Então pratique o Pranayama."
Sobre os reflexos do controle da Imobilidade e da Respiração sobre o controle da Mente:
"A postura ajuda a manter a mente calma"
- Tantrarajatantra 27, 59.
"Quando a respiração está controlada, a mente está controlada".
- Charakha Samhita
"Há duas causas da divagação da mente: (1) Vasanas - desejos produzidos por impressões latentes das sensações, e (2) - respiração. Se houver controle de uma, a outra automaticamente será controlada. Das duas, a respiração deve ser controlada primeiro"
- Yogakundlyupanishad 1.1-2
O processo de respiração cria imagens na mente. Quando é calma, a mente também torna-se calma." - Yogakundlyupanishad 89
2 - Noções Básicas
Muitos dos antigos Tantras afirmam que o corpo é um Yantra e que a respiração é seu mantra. De forma a facilitar o entendimento deste conceito, a respiração "Bhramari" é um excelente ponto de partida. É simples, ajuda na concentração e provê um sentimento de unidade entre o corpo e a respiração, uma consciência antes de simplesmente uma função do sistema nervoso autônomo.
TÉCNICA 1 - Bhramari : Tome uma inspiração profunda, exale todo o ar dos pulmões, concentrando em contrair os músculos abdominais para expeli-lo todo. Inale através do nariz fazendo um som de zunido, como uma abelha. Retenha por alguns segundos, enquanto se sentir confortável (trabalhe para que possa se sentir confortável com períodos cada vez mais extensos de retenção do ar), concentrando em armazenar a energia vital do ar no plexo solar (Chakra Manipura, que significa literalmente 'centro da jóia da grande consciência'), separando assim a energia vital do ar. Então exale, através do nariz, fazendo um som de zumbido (esta característica do zumbido é feita pela passagem do ar pelas cordas vocais, muito simples de ser executado).
Focalize sua mente nos sons durante a inalação e exalação e na força vital sendo armazenada no plexo solar durante a retenção.
Cada inspiração - retenção - exalação conta com um ciclo. Comece inicialmente com 5 ciclos, aumentando o número quando dominar a respiração 'Bhramari' e ela se tornar natural para você.
TÉCNICA 2 - Respiração Completa : A maioria das pessoas respiram rasamente, e mesmo aqueles que trazem a respiração conscientemente pelo abdomem podem estar deixando algum detalhe de fora.
Inicialmente exale todo o ar, usando o abdomem para auxiliá-lo. Inale profundamente, puxando o ar pela expansão do abdomem. Continue inalando até preencher de ar todo o pulmão superior e a
região da garganta. Mantenha o rosto relaxado. Retenha por alguns segundos, ainda com o rosto relaxado. Exale lentamente, primeiro o ar da parte inferior, depois superior dos pulmões e finalmente o ar que estiver na região da garganta. Contraia o abdomem até forçar todo o ar para fora. Trabalhe para aumentar o tempo de cada fase de inspiração - retenção - expiração , sempre que o tempo do ciclo em exercício seja alcançado de forma natural e não forçada.
Não conte o tempo com um relógio, permita que seu corpo seja o relógio! A proporção da inspiração - retenção - expiração na respiração completa deve ser de 1:1:1.
TÉCNICA 3 - Respiração Vital : Muito simples de ser praticada. Energiza e fortalece os pulmões. Inspire pelas narinas em movimentos curtos e rápidos, até os pulmões estarem complemente cheios.
Exale o ar pela boca, enquanto emite um alto som 'AAAAAHHH'.
Mantenha o foco em trazer o prana energizado para dentro durante a inspiração e para mandar para fora toda a tensão do corpo, durante a exalação.
TÉCNICA 4 - Kapalabhathi: Também é fácil de ser dominada. Dentre outras variações, uma das mais simples é a seguinte :
Sente na posição de Lotus, ou com as pernas cruzadas e as costas e pescoço eretos. Inale e mantendo a boca fechada, espirre. Com a boca fechada, a parte inferior do abdomem irá inchar. Retorne-a imediatamente a posição inicial. Comece com ciclos de dez a quinze e gradualmente suba até ciclos de 50 respirações, naturalmente e sem forçar. Você não deverá sentir nada na parte superior dos pulmões ou na área da garganta. Pode ser usada com grande benefícios por fumantes e asmáticos. A atenção deve ser focada na área do plexo solar. Após um ciclo completo, permanece quieto e observe as mudanças físicas e mentais em si mesmo.
TÉCNICA 5 - PRANA-VAYU RASA : Também chamada de ciclo vigoroso. Um ciclo de respiração restauradora. Deve ser executada de pé, com olhos fechados ou voltados para cima, com atenção focada no região do terceiro olho ( chakra Ajna) , localizada no meio da testa.
(1) Inale, prenda o ar nos pulmões. Cruze os braços duas vezes para trás e para a frente, vigorosamente. Exale.
(2) Inale. Cruze os braços à frente, com antebraços estendidos perpendicularmente ao corpo. Balance-os lateralmente para a esquerda e direita, duas vezes, na altura natural dos ombros. Exale e deixe os braços caírem.
(3) Inale. Balance os braços paralelamente ao corpo, para cima e para baixo duas vezes de forma a ultrapassarem levemente o limite das costas. Exale e deixe os braços caírem.
(4) Inale. Retenha o fôlego novamente. Estique vagarosamente os braços para frente. Segure com as mãos no punho e volte os braços até tocar no peito. Sacuda o corpo inteiro. Exale enquanto deixa os braços caírem.
(5) Inale. Balance os braços sobre a cabeça e dobre o corpo para a direita à partir da cintura, sem dobrar o peito. Concentre nas partes que estão sendo alongadas. Exale enquanto volta à posição normal. Repita a operação para a esquerda.
(6) Inale. Segure o fôlego e massageie as costelas. Exale.
(7) Inale. Segure o fôlego, bata com as mãos fechadas nos músculos peitorais. Exale.
Nota: A idéia de recarregar prana é liberar força vital individual (Atman) e uni-la com a força vital universal (Brahman) .
TÉCNICA 6 - PRANA-SUKHA / Respiração curativa : Literalmente, "respiração da alegria, força vital alegrante". Esta respiração é a mais simples extensão do prana a um ritmo. O praticante deve conscientemente alterar o tempo desprendido em cada parte dos ciclos de respiração. O ritmo do Prana Sukha é dito ser perfeito para extração de força vital da atmosfera. A razão da inspiração - retenção - expiração deve ser de 1:4:22.
A inalação estabelece pela razão exposta o tempo das fases de retenção e exalação de cada ciclo, ou seja, retêm-se o ar por um tempo quatro vezes maior que gasto na inalação e expele-se o ar no tempo duas vezes maior que o da inalação.
Deve-se iniciar com inalações quase similares as da respiração involuntária e ir aumentando o tempo, sempre respeitando que o exercício deve ser confortável e não forçado.
IMPORTANTE : não conte mentalmente ou verbalmente os tamanhos das fases para estabelecer o ritmo. Contagem é um processo lógico que interfere com a prática abstrata da medicação. Meça o ritmo focando a mente nos ruídos da inspiração e expiração durante a respiração e se necessário pelas batidas do coração durante a retenção. Ter um ritmo pela audição é ideal e ajuda a unir corpo e mente. O Gheranda Samhita sugere : "Ao entrar, a inspiração faz o som 'SOH' e ao sair o som 'HAM'. Assim a respiração profere a palavra de poder 'SOHAM' (ou EU SOU). O som sutil reverbera no chakra da raiz, do coração e do terceiro olho. O Yogi deverá perfazer esta repetição conscientemente".
Outro processo de medida do ritmo é pela concentração no mantra AUM, ou qualquer outro de preferência do praticante, que deve sentir o ritmo a cada mantra.
3 - Prana aplicado na união tântrica (sexual).
As técnicas mostradas até aqui devem ser dominadas antes de prosseguir, pois formam a base para explorações mais profundas no Pranayama e Hatha Yoga. Existem muitas respirações prânicas que podem ser aplicadas diretamente no aprendizado e práticas sexuais tântricas. Um verdadeiro tantrista deve desenvolver completamente a respiração até que ela ocorra naturalmente e usar os poderes curativos da respiração para limpar os canais sutis no corpo. Assim são prevenidos os danos emocionais e físicos advindos das intensas energias criadas pela união tântrica.
As correntes de energia sexuais, mentais e prânicas são interdependentes.
Controle da respiração é vital para a correta união tântrica; respiração é poder. Não tema o poder, mas aprenda a usa-lo corretamente.
Acredita-se em uma divisão em cinco dobras do Prana. " O Prana original contém outros quatro Pranas, cada um governa uma função específica do corpo. Juntos, eles são as cinco respirações sutis."
O Prana original é visto como um movimento de subida. O Apana é visto como um movimento de descida. Estes são os mais importantes das cincos respirações sutis. Tantra busca reverter o fluxo de Prana e Apana, e uni-los, transformando o corpo, a mente e a alma. De acordo com Krishna no Bhagavad Gita: "Alguns Yogis ofertam o Para ao Apana, outros o Apana ao Prana."
NOTA: tradicionalmente o Prana é considerado 'mais alto' e o Apana 'mais baixo'. Muitos caminhos espirituais tem esta mesma idéia, mas lembre-se que no Pranayama Tântrico, eles não são considerados 'bons' ou 'maus', mas sim diferentes fluxos de energia, ambos vitais, a união dos quais leva à Iluminação. O GORAKASATAKHAM (ensinamentos de um grande Guru Indiano) declara : "O Atman (alma individual) está em ligação com Prana e Apana. Quem quer que souber e controlar estas duas forças é um verdadeiro Yogi e saboreará o êxtase da Liberação. Eleve o Apana e una-o com o Prana. "
As cinco respirações sutis tomam seus lugares no Prana durante o período da retenção do ar nos pulmões. Inale Prana, como se ele fosse um fluido, mais leve que a água. Durante a retenção, visualize o ar dividindo em terra, água, ar, fogo e éther. Exale com o fogo, queimando as impurezas.
Pare brevemente antes da inalação, concentrando nas impurezas retornando à terra para regeneração.
CROW BEAK ( Esta é a primeira técnica a ser dominada antes da União Tântrica). Dobre a língua de forma que os lados da língua em contato formem um 'tubo'. Separe os lábios e posicione o tubo na abertura deles, ficando os lados da língua em contato com o lábio superior e a parte de baixo da língua em contato com o lábio inferior. Inale pela boca, fazendo o ar entrar pelo 'tubo' formado pela língua. Retenha.
Exale pelas narinas. Este processo, referido como 'Sithali' ou 'frio', esfria o corpo, ativa o fígado e o baço e fortalece os pranas da 'visão e audição'.
UNIÃO DO PRANA E APANA Simbolismo solar e lunar são centrais para o Tantra, como são para muitos outros ensinamentos místicos tanto do leste quanto do oeste. Muitos ensinamentos, interessantemente, tem significado similar: a antiga Tradição Hebréia considera o sol masculino e paternal, a lua feminina e maternal. A Tradição Taoísta chinesa considera o Sol Yang/ quente / masculino, e a lua Yin/ fria/feminina. HA: Literalmente SOL. THA: Literalmente Lua. YOGA: Derivada da palavra raiz YUG, significa 'par' ou 'parelha'. HATHA YOGA = União do Sol e Lua. Hatha Yoga é derivada do PRANAYAMA. A respiração é ligada às influências celestiais, portanto, quando a respiração é controlada,as influências são controladas. A síntese de HÁ e THA traz equilíbrio, união, o objetivo de todos Yogis.
Tantra associa o Sol com o lado direito do corpo, c/ energia masculina, c/ o elemento Fogo, c/ a cor vermelha e o intelecto. A energia solar é armazenada no plexo solar (3º chakra, na nave abdominal), sua energia tem o fluxo de subida (prânica) e é considerada energia celestial.
A Lua é associada com o lado esquerdo do corpo, c/ energia feminina, de qualidade fria (Soma), de cor branca, c/ o elemento Água, e c/ o processo intuitivo. Energia Lunar é armazenada entre o Chakra do terceiro olho (6º Chakra principal - Ajna) e o Chakra da Coroa (7º Chakra principal), aproximadamente no centro da testa (Chakra Soma) em um portal em formato de crescente. Sua energia tem um fluxo de descida (Apanica) e é considerada energia terrena.
A união das duas pode ser conseguida meditativamente no Savasana com a assistência de visualização. Com ou sem visualização, PRANAYAMA tem técnicas para unir conscientemente HÁ e THA, ambos dentro do indivíduo e dentro de um casal Tântrico. Alguns exemplos de técnicas prânicas Solares/Lunares são dadas a seguir:
ANOLOMA - VILOMA PRANAYAMA - Respiração por narinas alternadas. Também chamada RESPIRAÇÃO SOLAR-LUNAR. A maior chave do controle da energia sexual. Respiração Solar = Shiva, energia transcendente; Lunar=Shakti, energia criativa. Quando ambas existem em equilíbrio, a força vital viaja por toda coluna espinal, revificando os chakras.
A respiração Solar-Lunar empregada em união tântrica provê uma trilha que impele o ATMAN na direção evolucionária em direção a união cósmica e iluminação. Mas esta respiração deve ser controlada antes através da prática do Tantra *branco* solitário, a união do HÁ com o THA dentro de si mesmo.
TÉCNICA: Sente-se ereto na posição de lótus ou com a pernas cruzadas. Costas e cabeças eretos. O ritmo da respiração/retenção/expiração pode ser 1/1/1 ou 1/4/2, como na respiração de cura ensinada anteriormente.
1 - Pegue a mão direita, dedos indicador e médios dobrados até a palma da mão.
2 - Coloque a mão sobre o nariz. Exale.
3 - Feche a narina direita com o polegar direito. Inale pela narina esquerda, focando mentalmente no fluxo do ar e na energia vital entrando.
4 - Use o polegar e o dedo anelar para fechar ambas as narinas. Retenha.
5 - Solte o polegar e expire pela narina direita, mantendo a narina esquerda fechada pelo dedo anelar.
6 - Inale pela narina direita, focando a mente como anteriormente.
7 - Feche ambas as narinas e retenha.
8 - Exale pela narina esquerda, soltando o dedo anelar.
Isto constitui um ciclo completo da respiração Solar/Lunar. Comece com 5 a 10 repetições por ciclo, trabalhando para aumentar gradualmente as repetições por ciclo, mas sem forçar ao nível do desconforto.
HÁ-THA solo ou *branca*: A respiração traz benefícios físicos: Balanceando a respiração ajuda em conseguir controle dos processos parasimpáticos como a batida do coração, circulação e temperatura corpórea.
Age como um tranquilizante natural, acalmando os nervos, liberando tensão e aquietando a mente. Misticamente, ajuda o indivíduo a unir as suas próprias forças e ganhar ascendência sobre Prana/Apana, que juntos são iguais a própria energia vital.
O GHERANDA SAMHITA ilustra uma forma Tântrica meditativa *branca* de respiração Solar/Lunar: "Contemple a primordial semente de som YANG, do elemento ar e chakra cardíaco, e visualize esta sílaba como de uma cor esfumaçante, preenchida de energia. Inspire pela narina esquerda, repetindo a sílaba (YANG) mentalmente 16 vezes. Retenha a respiração repetindo mentalmente a sílaba 64 vezes e então exale todo ar pela narina direita, enquanto repete mentalmente a sílaba 32 vezes."
Pranayama praticado por casal Tântrico, antes da união sexual.
Rama Dass ilustra uma técnica para um casal combinar tantra com mantra] através do prana. "Experimente o outro como um espelho de si mesmo, identifique a natureza dual de cada parceiro, renda-se ao fluxo impessoal destas energias e, finalmente, juntem-se naquela união implícita. Ambos os parceiros sentam-se em uma posição confortável olhando um para o outro. O olhar é fixado no olho direito do outro e a respiração coordenada de tal forma que a inspiração de um é a expiração do outro. A respiração é lenta, profunda e confiante.
Uma vez que a coordenação é estabelecida, ambos os parceiros devem visualizar as ondas de energia que resultam da respiração, indo para dentro e para fora. Depois de um período curso, um parceiro começa a dizer, em voz alta, AUM, enquanto expira, direcionando o AUM para o chakra cardíaco do outro. O segundo parceiro, no momento de sua expiração, realiza a mesma prática do primeiro, e assim por diante, alternadamente. O período final pode ser executado de olhos fechados enquanto mantém-se a respiração coordenada e a entonação do mantra AUM.
Prana durante a união tântrica
Quando estiverem prontos para o a prática sexual tântrica, o princípios Shiva e Sakthi unem-se dentro de si mesmos e com o outro. Existe uma convergência e sincronização de suas respirações e energias vitais, unindo-se em um vórtice onde a troca de energias sutis ocorrem. Ficando-se na posição de lado causa a dominação da respiração pela narina oposta. Os Tantras declaram que durante a união sexual, o homem deve conscientemente respirar pela sua narina direita o ar exalado pela narina esquerda da mulher. Fazer sexo face-a-face com cada casal deitado de lado facilita naturalmente esta troca (Homem deitado sobre seu lado esquerdo, mulher deitada sobre seu lado direito, ambos face-a-face).
Um texto Tântrico declara: "Pela meditação na respiração durante o ato sexual, o praticante pode aproveitar a energia vital do outro com a sua própria energia vital e vice-versa. " Durante a união Tântrica, o comprometimento do casal é TOTAL, enquanto durar o ato em si, por algum tempo após, por toda a vida ou por toda a Eternidade. A troca de energia vital, quando feita como o propósito do Compromisso Tântrico, une as almas dos praticantes por toda Eternidade, transcendendo o 'Até que a morte os separe'.
Pensamento final de alguns mestres
"A respiração solar leva a transcendência; a respiração lunar é a doação da forma à substância. Sua união evoca o Eterno."
- Prana Upanisad.
"Quando a respiração é inconstante, tudo é inconstante, quando a respiração é tranqüila, tudo é tranqüilo. Controle a respiração cuidadosamente. Inalação dá força e um corpo controlado, retenção dá estabilidade e longevidade, expiração purifica o corpo e o espírito"
- Goraksasathakam.
"O oráculo da respiração revela seus segredos aqueles que conhecem as chaves. Os elementos na respiração são conhecidos como fogo, água, terra, ar e ether".
- Swara Chinthamani.
As táticas e princípios descritos foram tirados de tradicionais textos sagrados, com alguns comentários adicionais pela Yogini Padma Ushas Suryananda, Yogini da dança Tântirica de Kali Yuga.
TAT TWAT ASI
HARI AUM TAT SAT
AUM SHANTI
NAMASTE
TAT TWAM ASI
Fontes de pesquisa:
THE CHURCH OF TANTRA
CHAKRAS - Harish Johari.
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93,93/93
enviada por frater choronzon
19/06/2004 18:18
INTERESSANTE(thelema)
A Fórmula de H.E.L.L. por Frater Noé Athanatos Não sabei vós, Irmãos (pois falo para aqueles que conhecem a Lei), que a Lei tem domínio sobre o Homem por todo o tempo que ele vive? Romanos, VII, 1 A palavra inglesa "Hell" poderia ser literalmente traduzida como Inferno. Ela aparece no Livro da Lei de forma individualizada ao final do quadragésimo - primeiro versículo da primeira parte (AL I,41) - o que corresponde no manuscrito pela mão da Besta à linha sétima da décima-primeira lâmina. É nossa perspectiva que a palavra Hell representa um acróstico dos Graus descritos no versículo imediatamente anterior (AL I,40). Estes Graus são em número de Três, nomeadamente: 1. O Heremita ("the Hermit"); 2. O Amante ("the Lover"); 3. O homem da Terra ("the man of Earth"). De imediato podemos adiantar que tratamos aqui de um modelo ontológico cujos extremos se encontram representados pelo Ponto Primordial (o Heremita é Iod, o Ponto) a partir do qual se atinge a manifestação propriamente dita (o homem da Terra). A intermediação entre estes dois pólos opostos poderá se dar tanto no sentido de solidificação progressiva quanto no sentido oposto de uma sublimação. É esta dupla possibilidade de movimento que no presente modelo encontra-se expressa pelo sinal de gemelaridade do(s) Amante(s). Eis porquê se pode escrever HELL ou HEL, sem nada prejudicar o sentido profundo da palavra. Grafar-se-á HELL quando se fizer referência ao duplo movimento do agente intermediário e HEL quando se preferir destacar uma determinada polarização. Existe ainda uma outra observação que devemos realizar a este respeito, após o que abandonaremos estas considerações introdutórias. Haveremos de nos ater, no decorrer do presente trabalho, única e exclusivamente à transição do imanifesto ao manifesto, movimento comumente designado como sendo o de descida ou queda (Kathodos). Dois motivos nos levaram a optar por esta abordagem: (1) por ser este o movimento natural dentro da perspectiva humana formal ou, pelo menos, o mais comumente observável dentro da referida perspectiva; (2) por corresponder à ordem fornecida em AL I, 39-41. Esta última assertiva em parte se explica pela própria Tríade basilar do Livro da Lei, que acreditamos ser conhecida de todos que lêem estas linhas. Transcrevemos abaixo, em benefício daqueles não familiarizados com o texto da Lei, os versículos pertinentes ao presente estudo, antecedidos por uma tradução em estilo livre: AL I, 39: A palavra da Lei é qelhma (*1). AL I, 40: Quem nos chamar Thelemitas não fará errado, se ele olhar bem de perto na palavra. Pois ali dentro existem Três Graus, o Heremita, e o Amante, e o homem da Terra. Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei. AL I, 41: A palavra de Pecado é Restrição. Ó homem! não recuse tua esposa, se ela quer! Ó amante, se tu o queres, parte! Não existe laço que possa unir os divididos a não ser amor: todo resto é maldição. Maldito! Maldito seja isto para os aeons! Hell. A palavra grega qelhma - usualmente transliterada como ThELEMA - apresenta-se composta dos seguintes caracteres: 1. Theta - q ; 2. Épsilon - e ; 3. Lambda - l ; 4. Eta - h ; 5. Mu - m ; 6. Alpha - a . Devemos reparar, em primeiro lugar, que as letras gregas Épsilon e Eta embora distintas do ponto-de-vista morfológico representam, na realidade, diferentes entonações do mesmo fonema, respectivamente breve e longo. Poder-se-ia traçar aqui um paralelo para com as letras hebraicas Heh e Heth (ou Cheth), que lhes são, de certa sorte, análogas. Seria imensamente oportuno - para os propósitos manifestos do presente trabalho - referir que as letras Épsilon e Eta, quando capituladas, exibem uma acentuada semelhança para com os caracteres latinos 'E' e 'H', respectivamente. Estas observações, ainda que ligeiras, permitem-nos não só divisar a presença de HEL já em AL I, 39 transliterada sob a forma de elh, como tecer outras considerações ainda mais intrigantes. Se observarmos a ordem de progressão dos elementos constitutivos de HEL no interior da palavra Th(ELE)MA [ou Th(ELH)MA], verificaremos a repartição da mesma em uma metade que lhe é inferior, basilar, (Th) e em uma outra que lhe é, pelo contrário, superior (MA). No que se refere à grafia desta última, não podemos nos furtar a registrar alguns de seus desdobramentos possíveis. A letra grega Alpha - de situação terminal ou capitular - encontra-se tradicionalmente associada ao elemento aéreo, pelo que vem a participar tanto das atribuições do 'H' latino como do Heh hebraico, o que nos permite igualmente transliterar Th(ELE)ME [ou Th(ELH)ME], sem que haja nisto qualquer violação do simbolismo implícito(*2). A partícula ME [ou melhor, MH] mereceria, por si só, um estudo à parte devido à sua extraordinária recorrência na estrutura da Lei. Contentar-nos-emos aqui simplesmente em registrar-lhe a importância sem, no entanto, poder dispensar-lhe a devida atenção, o que nos desviaria em muito do presente curso de nossas elucubrações. Bastará, portanto, reter deste parágrafo a idéia de uma existência - diríamos - embrionária da palavra HEL no seio da palavra da Lei, que acreditamos suficientemente demonstrada. A palavra HEL, como visto, é efetivamente soletrada ("spelled") no versículo AL I, 40 por intermédio das letras capitalizadas dos títulos dos Graus. A fusão destes elementos numa palavra coesa só se dará, no entanto, ao final do quadragésimo - primeiro versículo, sob a forma de HELL. Estas duas hipóstases são antecedidas, como já o vimos, pela figuração da palavra HEL de forma encoberta em AL I, 39. Se repararmos a ordenação de seus elementos constituintes tal como estes aparecem nos versículos supra citados, obteremos a seguinte distribuição: 1. AL I, 39: ELH (elh); 2. AL I, 40: HLE; 3. AL I, 41: HEL. Se a total inversão dos elementos - tal como se verifica na transição de AL I, 39 à AL I, 40 - pode ser facilmente interpretada como uma confirmação da natureza refletora do princípio intermediário, as modificações na posição relativa de dois destes elementos na passagem de AL I, 40 à AL I, 41 merecem uma atenção mais demorada. Trata-se aqui, em realidade, de uma expressão da transição verificada entre os estados de existência informal (AL I, 40) para a sua contraparte formal (AL I, 41) - dentro da qual a existência humana se encontra incluída. Uma situação inteiramente análoga verifica-se no campo específico da Alquimia - naquilo que se refere às posições relativas dos três princípios. De um ponto-de-vista puramente Philosóphico, o Mercúrio deverá necessariamente preceder a substância salina a qual corresponde ao grau de máxima cristalização possível. Por outro lado, se assumirmos uma perspectiva mais Hermética, o Sal deverá ocupar a posição de intermediário entre o Enxofre e o Mercúrio - uma vez que pode ser considerado como o resultado da interação destes últimos. Uma vez dirimidas quaisquer dificuldades que esta transição poderia apresentar ao entendimento, resta ainda um último aspecto a ser considerado a propósito deste padrão de descida da palavra HEL através dos versículos: 1. AL I, 39: Th(ELH)MA; 2. AL I, 40: H-L-E; 3. AL I, 41: HEL. Se insistirmos um pouco mais na metáfora previamente utilizada por nós no presente trabalho e que busca simbolicamente equiparar a existência de HEL no interior de Th(ELH)MA (AL I, 39) à de um embrião no interior do útero (*3) segue-se naturalmente que o parto deva encontrar-se representado em AL I, 40 e a sua emersão enquanto forma individualizada em AL I, 41. Ainda dentro desta linha particular de comparação, poderíamos assimilar o arcabouço que cerca a palavra HEL em AL I, 39 à fortaleza uterina [Th(eta) - q] bem como ao fluido amniótico [MH ou MA - mh ou ma] que é ativamente inalado pelo embrião a partir de determinado estágio de sua existência (*4). A inversão dos elementos da palavra HEL transcorrida entre AL I, 39 à AL I, 40 encontraria um paralelo biológico, portanto, na rotação sofrida pelo feto nas fases terminais da gestação humana. Esta rotação de 1800 ao longo do eixo longitudinal tem como função imediata garantir o ajuste da extremidade cefálica ao canal de passagem. Falamos até aqui, evidentemente, de uma gestação humana modelar porém, igualmente poderíamos - sem que vejamos nisto perda alguma do determinante simbólico e, muito ao contrário, uma demonstração cabal de seu carácter extremamente fluido e dinâmico - filiar a conformação do útero humano ao seu antecessor filogenético remoto, representado pelo ovo - seja em sua figuração mais imediata ou mesmo em sua designação tradicional enquanto "Ovo do Mundo". Dentro deste último ponto-de-vista, as partículas que acercam a palavra HEL em AL I, 39 podem ser interpretadas como sendo uma figuração dos dois hemisférios resultantes da eclosão do "Ovo do Mundo". Este, por sua vez, nada mais é do que uma figuração simbólica do Logos, ou seja, daquela Palavra que exprime as possibilidades inerentes a um determinado ciclo de manifestação. Este, porém, é um assunto que merece ser tratado de uma forma mais extensiva e quiçá o faremos em uma outra oportunidade. por Frater Noé Athanatos Notas: (1) Em grego no Original; (2) Confira-se, a este respeito, o capítulo LIII do Gargântua bem como, de uma forma mais imediata, o versículo AL II, 60. (3) Encontramos uma semelhança fonética em nada desprezível entre as palavras histeros (útero) e stauros (cruz). Haveremos de retomar estas considerações em uma futura ocasião mas, no momento, contentamo-nos em deixá-las aqui registradas. (4) O líquido amniótico atua, desta forma, como uma fonte suplementar de oxigênio ao ser em formação ao lado do tronco vascular placentário.
93,93/93
enviada por frater choronzon
16/06/2004 00:14
saudações em todos os pontos do triângulo!.'.
desculpem pela rapidez,mas estou revendo meus principios desde sábado.
abraços a todos!a luz está comigo!
93,93/93
Tu que és eu mesmo, além de tudo meu
Sem a natureza , inominado ateu;
Que quando o mais se esfuma, ficas no crisol;
Tu que és o segredo e o coração do Sol;
Tu que és a escondida fonte do universo;
Tu solitário, real fogo no bastão imerso,
Sempre abrasando; tu que és a só semente;
De liberdade, vida, amor, e luz, eternamente;
Tu, além da visão e da palavra;
Tu eu invoco, e assim meu fogo lavra!
Tu eu invoco, minha vida meu farol;
Tu que és o segredo e o coração do Sol
E aquele arcano dos arcanos santo
Do qual eu sou veículo e sou manto
Demonstra teu terrível, doce brilho:
Aparece, como lei, neste teu filho!
Amor é a lei, amor sob vontade
(Autor: Aleister Crowley)
enviada por frater choronzon
08/06/2004 16:49
Saudações em todos os pontos do triângulo!!!.'.
Foi dificil esses dias pra mim(e ainda está sendo),mas quaria comunicar q o blog sweet magick volta agora com toda sua força e visto q voltei com disposição de mudar algumas coisas daqui,gostaria q se alguém tiver alguma opnião q me mande a mesma.
Talvez o blog seja divido com mais 2 pessoas,mas isso ainda é uma hipótese.
Vou colocar uma nova matéria e pra semana começarei tudo o q penso para este blog ao qual vos escrevo.
abraços fraternais...
93,93/93
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O Sacrifício Thelêmico
Por Frater .'. Pertama ( Leandro Gaia )
Muito se tem discutido atualmente a respeito da passagem de aeons e da implicação subseqüente da noção de sacrifício religioso. O princípio de abstinência cristão nunca fora tão questionado e julgado; sendo sua prática cada vez mais delimitada a padrões de grupos específicos norteados pelo fanatismo. Porém a Roda ainda gira e seu fluxo dinâmico não permite exclusão, embora implique necessariamente em transformação. Este seria então o ponto crucial de uma explanação intencionada a discorrer sobre a mudança de perspectiva no que se refere à entrega do eu à sua expressão máxima, enquanto individualidade única, no caminho que leva à santificação, cujo verbo sacrificar é a máxima expressão, significando etimologicamente tornar santo.
Dentre todos os preceitos já aceitos e estimulados à exaustão pelas instituições decadentes que ora representaram a glória opulenta do sistema antigo, o sacrifício representa a essência do equilíbrio vital de uma conduta moralmente estabelecida como instrumento de manutenção de uma ordem regida pela hipocrisia intencional de escrúpulos distorcidos e adaptados à cegueira conveniente das castas inferiores. No entanto, devemos nos manter na idéia da origem extremamente elevada de sua noção primordial enquanto fonte de beleza divina emanada do sacrifício do eu à pura consciência da mente interior individual. A criação se fundamenta no sacrifício do criador por necessidade intrínseca de transmutação do fluxo vital de cuja morte é gerada a vida.
A esfera do sacrifício tem como atributo a luz solar resplandecente mostrando sua relação análoga e direta com Thelema (Vontade) e o número 93. Na realidade, sacrifica-se o eu em nome da Vontade, para que este seja então a luz e a sombra unidos em luxúria como que a morte de si mesmo em prol da salvação à medida que Babalon se torna mais nítida e presente fornecendo o líquido de sua própria vida para os ritos de cura e morte. O dogmatismo envolvendo o arquétipo cristão tem como oculto a expressão deste símbolo de poder e negação que agora se revela na mudança de eras, por onde nossa concepção se torna nítida como centros de força e fraqueza, sendo nossa responsabilidade enquanto luz e sombra o desvelar do véu cristão em nome da Real Vontade e a subseqüente degeneração da moral enquanto ilusão de si mesma: escravocrata, pestilenta e doce em sua podridão. Jesus Cristo nada mais é do que o Filho prestes a regredir em bebê e adentrar a esfera que não é esfera: daí o nome Jeovah Eloah Va Daath. Enquanto este adentra os túneis para que seja degolado e transmutado de resultado da procriação em fertilizador, tem em sua morte o sacrifício da potência do órgão sexual em Nossa Senhora Babalon, a sacrificadora. Tipheret e Chokmah são ações cujo pivô é Babalon, a Deusa e o feminino, que é Satã , ou Shaitan.
Extremamente importante então é o entendimento no que concerne este fator sexual andrógino de castidade e luxúria que envolve a figura solar de Tipheret como expressão fálica máxima de algo que espera a morte certa para renascer em sua essência mais pura; juntamente potente e passivo ante a força da constrição, e reflexo no ser da serpente primordial (Set enquanto expansão). A submissão à própria potência representa a mais honesta entrega do ser imperfeito ante sua essência da qual ele nada mais é do que reflexo, daí surgido enquanto alma divina, enquanto besta inquebrável, na totalidade do sol que é 666.
Levando-se em consideração que nós enquanto humanos moldamos o divino à nossa vontade, e que tal premissa de divinização fora transferida para uma noção exotérica sob o intuito; extremamente hábil, devemos admitir; de vampirização em massa favorecendo a interesses nada castos segundo a própria visão cristã de controle e usufruto da energia divina que é nossa por direito, percebemos a verdade por trás da ilusão político-religiosa de nossos antepassados recentes enquanto instituição mundana. Se quisermos conquistar o mundo dos mortos, devemos então seguir os passos de Osíris, sacrificando-o e entregando-o a Ísis para que esta se encarregue de sua ressurreição, sendo nossa Vontade hábil para tal. Esta é a era de Hórus enquanto filho, o vingador que desceu ao abismo e, retornado sob a égide da Phoenix, veio assumir o trono de Ra para o apropriado sacrifício de nós mesmos na afirmação da dupla baqueta de poder em Set e Shaitan.
A totalidade resumida na grafia do inexprimível YHVH; onde o uno e o binário são, quando da sua junção com o ternário, o quaternário; oculta a profundidade do quinto elemento Shin que, intercalado a YHVH, gera o nome Jeheshua, nome original em hebraico de Jesus. Embora o dogmatismo nos tenha privado daquilo que possuímos como seres divinos por direito enquanto Universo organizado em átomos análogos a Galáxias, temos como dever a compreensão de que a afirmação do sacrifício de Jeheshua como ato de salvação em prol da Humanidade é a mais pura Verdade, já que este salvou sua própria Humanidade. Afinal, não apelamos nós sempre à pequena morte com o intuito de perpetrar a vida de nossa espécie visando a própria salvação?
Therion, a Besta, vem como a libertação da consciência solar há tanto restrita ao desequilíbrio em um pilar onde não pertence; plena em si mesma, a Besta traz a nós nada mais do que nós mesmos para que através dela cheguemos a ser o que éramos, já não somos e quiçá seremos: Deus, Ehieh enquanto Samadhi. Sendo ela a Vontade una no amor de Babalon, a Mulher Escarlate do Apocalipse de São João, temos aqui o significado da Lei em seu enunciado complementar: Amor é a lei, amor sob Vontade.
A perspectiva de dedicação à Obra como recompensa alcançada através do esforço vem a reforçar a noção do sacrifício individual como único meio pelo qual se conquista a Iniciação. Enquanto na visão distorcida da era que se passou a súplica à espera de um reconhecimento era a forma da iluminação, nesta conta-se apenas com a Vontade como transmissora da luz divina emanada do Criador, num contato direto com a Estrela-Cão, Sírius, que é Sothis. Tão bem sabiam disso os mestres do Templo de Set no antigo Egito. Este deus que fora relegado à maldição por seus detratores que vinham como arautos da então futura era de Peixes, representava a força tântrica do Eu Divino Interior, ou Sagrado Anjo Guardião, enquanto libertador e afirmador do direito ao conhecimento absorvido de outras dimensões, sendo o coração do magista. Shiva e Shakti (ou Kali) são exemplos que podem ser citados como aspectos tântricos do Vamamarga, o Caminho da Mão Esquerda, representante Oriental do que o Ocultismo significa para os Ocidentais. Mais uma vez percebe-se a conexão de Chokmah (Set, a Serpente) com o Eu Superior, filho de Chokmah e Binah, Shiva e Shakti:
Agora vós sabeis que o sacerdote e apóstolo escolhido do espaço infinito é o sacerdote-príncipe, a Besta; e em sua mulher, chamada a Mulher Escarlate, está todo o poder dado. Eles reunirão minhas crianças em seu cercado: eles levarão a glória das estrelas para os corações dos homens. Liber Al vel Legis (I, xv)
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enviada por frater choronzon
23/04/2004 12:42
saudações em todos os pontos do triângulo!!!
desculpe pela falta de atualização e pelas não respostas aos q postam aqui nesse blig.Estou realmente muito ocupado e sem acesso a interne.talvez demore uns 2 meses a voltar pra internet,mas vos digo q voltarei e reponderei a todos,inclusive as perguntas e as visitas antigas.
abraços fraternais!q a luz esteja com todos,pois ele é perte de vc.
93,93/93
enviada por frater choronzon
12/02/2004 16:40
saudações em todos os pontos do triângulo!!!.'.
gostaria de colocar um texto aqui esclarecendo sobre o luciferianismo.
nas matérias q fiz sobre satanismo,ficou faltando o luciferanismo q por coincidência é a religão onde pode encaixar a minha deologia de vida com bases na lei de thelema e na busca por chegar ao mais alto grau o seu "self".
quem não gosta não precisa ler.quem gosta ou se nteressa em saber mais sobres as coisas da vida tenha uma boa leitura.
queria parabenizar a sempre maravilhosa Lilith Ashtart q é uma das pessoas q mais levam o luciferianismo a sério no brasil.
esse texto é de sua autoria e gostaria q prestassem atenção as suas eplicações.
tenho escrito...
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Luciferianismo
Luciferian Church
tradução: Lilith Ashtart
Eu tenho observado o Luciferianismo sendo
caracterizado como satanismo ateu, satanismo cristão, e as vezes coisas bem piores. O "Luciferianismo" está se tornando rapidamente uma palavra conhecida, e ainda mais incompreendida.
Neste texto, irei apresentar mostrar da melhor maneira possível, seu verdadeiro significado.
Lucifer não é Satan, como muitos acreditam. Mesmo no Cristianismo, Lúcifer e Satan são entidades diferentes, sendo Lúcifer o " Diabo" mais poderoso, e Satan sendo o segundo no comando infernal. Lúcifer é constantemente identificado como Portador da Luz , a Estrela
da Manhã, a última a desaparecer ao nascer-do-sol. Lúcifer, antes de tudo, é sinônimo de
orgulho. Na mitologia cristã, Lúcifer era um anjo perfeito, o mais poderoso depois do Deus
cristão. Enquanto servia a Deus no paraíso, Lúcifer secretamente desejava, não usurpar,
mas possuir os mesmos direitos de seu "superior". Lúcifer utilizou sua sagacidade e perfeição para conseguir o apoio de um-terço dos anjos celestiais. Por causa disto, foram atirados em um abismo de sofrimento, conhecido por inferno. Assim sendo, Lúcifer não aceitou se subornar a Deus, e preferiu reinar em seu próprio domínio. Satan, por outro lado, era o acusador. Satan significa o adversário. Mas mitos ou dogmas importam pouco.
O Luciferianismo não é ateísta. Luciferianismo é essencialmente um tipo de Satanismo, e mais:
um significado para conhecimento, verdade, excelência e grandeza. Um luciferianista acredita que há algo que permanece oculto, algo que precisa ser compreendido, algo que precisa ser utilizado, e mais importante, que eleva o "self" a um nível mais alto e mais organizado. Em uma visão espiritualista, o luciferianismo tenta identificar estas forças escondidas dentro de nós mesmos. Lúcifer é apenas um nome dado para representar algo que ainda não conseguimos compreender inteiramente, e de que somos parte. Satanistas tradicionais chamam esta existência de Satan. "Satan" é limitado. Se os satanistas querem desbancar o Cristianismo, eles não podem ser apenas um adversário para este. Inverter os dogmas de religiões inimigas, é dar a elas o controle das nossas. Em todo contexto, Lúcifer é aquilo que seu nome significa; ele é a iluminação, o orgulho, muito mais que um adversário. É como Lúcifer que escolhemos chamar essa força superior, pois é o que melhor nos representa. Como qualquer magista negro irá dizer-lhe, um nome é um modelo para si próprio, para o que e quem você é ; é um complexo de coisas reduzido a uma palavra.
Filosoficamente, o luciferianismo é muito parecido com o satanismo tradicional da "Order of Nine Angels". A excelência não é algo pronto, é algo que se constrói, e é para onde se voltam os ideais luciferianistas. Um luciferianista acredita em Lúcifer, e se identifica com ele. Um luciferianista está sempre pronto a mudar de direção, para coisas maiores e melhores, para saber mais, para se tornar melhor. Força é a maior dos objetivos, o resto vem com ela. O Luciferianismo procura o engrandecimento, para uma evolução pessoal. Luciferianismo é na prática, o que o satanismo é para muitos na teoria. A maior chave do Luciferianismo é simplesmente proporcionar a melhor maneira para conseguir sua própria evolução.
O Luciferianismo não é nem satanismo ateísta, nem satanismo cristão. A filosofia luciferianista gira em torno de orgulho e conhecimento. Um luciferianista sabe reconhecer os limites, e ocupa sua vida tentando quebrá-los. Não importa como as pessoas criticam o luciferianismo...é impossível entendê-lo até não viver essa experiência. Luciferianismo é uma distinção do Satanismo, uma inovação e não uma condenação. O luciferianista é um tipo de satanista, aquele que focaliza o crescimento e o orgulho, menos que a oposição. Satanismo é uma religião, Luciferianismo é uma religião, embora muitos satanistas não se considerem como religiosos. Estes são os que se denominam satanistas apenas porque " é legal", ou porque assusta as pessoas. O satanismo desta maneira não é nada mais do que uma versão camuflada do Humanismo. Há uma diferença entre o Humanismo e o Luciferianismo. Humanismo olha o homem como a medida de todas as coisas; Luciferianismo coloca o potencial como a medida de todas as coisas. Pseudo-satanistas vivem apenas o dia, o aqui e agora; Luciferianistas e Satanistas Tradicionais consideram essa atitude como anti-evolucionária e anti-defensiva. Como alguém pode evoluir se o futuro não está em sua mente? Evolução é uma meta, e para isso, devemos viver pensando em todos os momentos.
Luciferianismo é um tipo de espiritualidade. Uma crença em uma existência maior. Nós não nos escondemos atrás de um símbolo, mas vivemos o significado deste. Luciferianismo é um nível superior do entendimento, e um nível superior de nós mesmos.
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93,93/93
enviada por frater choronzon
03/02/2004 14:13
saudações em todos os pontos do triângulo!!!.'.
obrigado pelas visitas e desculpe pela demora.
ah,outra coisa q queria dizer é q frater é homem e soror é mulher.acho q não poderia ser mais claro q isso,certo?
abraços!
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Rosa-Cruz Hermética
Quarto Selo de Júpiter
PANTÁCULO SELO DE SALOMÃO
Clavicules de Salomon - Paris, 1825 Representa a presença Divina, o próprio símbolo ajuda na meditação e concentração. Preserva a saúde, a tranquilidade do consciente e a paz do subconsciente. - É um pantáculo completo. (No mantra do hexagrama está: "A essência Divina me dá clareza e justiça, o Onipotente sorriso de D-us impera.")
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PANTÁCULO CELTA (DRUÍDICO)
O círculo mágico com o alfabeto rúnico invocando para seu possuidor: Saúde, prosperidade, sorte e proteção. No outro lado um círculo mágico com folhas e frutos do carvalho. No centro os nove planetas mais a vibração da runa islandesa Egisjalmur.
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PANTÁCULO DO SOL
Hector Mellin (Radiesthésie Pantaculaire) Favorece nos projetos de vida, ajudando-nos a atingir os objetivos firmados na mente e no coração. Para obtenção de favores de líderes do governo. Respeito e admiração do seu círculo de amizade e trabalho. E prosperidade financeira
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PANTÁCULO DO SOL METRATON
Tradition et Serge R. de la F. (G.F.U.) Facilitará favores importantes, dinamismo, racionalidade, expanção material, e proteção dos anjos e hierarquias superiores. Com 27 símbolos tornando-o um pantáculo poderoso
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PANTÁCULO DA SAÚDE
Ricardo Plank (O Poder da Fé) Destrói toda espécie de malefício ou feitiçaria restabelecendo a saúde mental e psiquica
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PANTÁCULO BABALON
Ordo Templi Orientis Proteção e Identificação da Ordem.
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PANTÁCULO BAPHOMET
Eliphas Levy Dogma e Ritual de Alta Magia. Símbolo Templário. Tradição - Proteção
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PANTÁCULO TETRAGRAMMATON
Eliphas Levy Dogma e Ritual de Alta Magia. Proteção e Prosperidade
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PANTÁCULO MARTINÍSTA
Da filosofia de Louis Claude Saint Martin. Proteção
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PANTÁCULO CONTRA MAU OLHADO
Abbé Julio. - Les Véritables Pentacles et Prieres. Pode ser usado em cima da porta da casa, contra olho grande protege a família de qualquer pensamento nocivo.
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PANTÁCULO DE MARTE
As vibrações e energias deste planeta estão relacionadas a tudo o que necessite: esforço pessoal, força, ânimo, disposição e vitalidade.
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PANTÁCULO IESCHOUAH. - Papus
Nome hebráico de Jesus. Estrela de Papus contra aproximações de elementares, elementais ou larvas(encostos) que nos prejudicam. Contra inveja e pensamentos destrutivos.
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PANTÁCULO DE CURA OCULTA.
Hector Mellin.(Tradition et Pantaclés) "de guérison occulte." Eficaz contra enfermidades mentais e psiquicas. Auxilia no restabelecimento do corpo físico e astral.
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PANTÁCULO DE ADONAY
Abbé Julio. - Les Véritables Pentacles et Prieres. Protege contra perigos e contra miséria, trazendo ao possuidor luz e esperança para dias melhores.
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"5. Vê! os rituais do passado são negros. Que os maus sejam esquecidos; que os bons sejam purgados pelo profeta! Então este conhecimento se encaminhará como deve ser.
6. Eu sou a chama que arde em todo coração humano, e no núcleo de toda estrela. Eu sou Vida, e o doador da vida, no entanto, conhecer-me é o conhecer a morte. "Liber 2 Aleister Crowley
93,93/93
enviada por frater choronzon
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